Richard Dawkins e sua ditadura em prol da não existência de Deus. Deve ter sofrido demais na infância. Nem Freud explica!

28/11/2006 at 19:40 2 comentários

Leia o penúltimo post e compreenda melhor.

Não, obrigado!”

O artigo de Marcelo Gleiser no Mais! de domingo passado (“Ateísmo radical’), acerca do último livro de Richard Dawkins, aposta numa posição sensata. Ao denunciar o equívoco maniqueísta do autor inglês em sua luta pela hegemonia do arcano cientificista contra os “crentes”, o colunista identifica corretamente ali um perigo totalitário oculto maior do que o autor pretende combater. Trata-se da construção de um projeto que, enfim, irá redimir todos, desta vez sob o principado da ciência. Não, obrigado! Preferimos a liberdade de desconfiar. Inclusive, ou especialmente, de Richard Dawkins.” PAULO ROSENBAUM, médico, doutor em ciências pela Faculdade de Medicina da USP (São Paulo, SP)

Eu faço destas, minhas palavras, certamente.
Ora, segundo Dawkins, Deus em nós é a vontade de preencher o pesado vazio de nossa existència (apesar de super atual este cara, juro que ja ouvi isto antes). Inventamos Deus. Os homens, pobres homens, inventaram uma dinvidade pra que sobre ela, pudessem derramar a frustração de um início sem fim. Aquela retórica, “de onde viemos pra onde vamos” insiste em nos incomodar em pleno século XXI. Dawkins quer acabar com a possibilidade de Deus, ser ensinado nas escolas, de Deus, ser debatido em uma roda de amigos, de idosos não terem mais direito de sentirem-se família de uma família que nunca os colocará em azilos ou os deixarão a mercê do tempo, sendo corroídos pelos cupins dos orgulhos sociais. Enfim Dawkins quer imputar a ciência o direito de ser chamada de Deus.

Definitivamente, nisso minha existência não se apoiará.
Pensar nesta possibilidade é cancelar em mim, na humanidade, o princípio da História. É dar a mim mesmo cabo de minha origem e de meu destino. É afirmar o que afirmou o homônimo de José de Alencar em “Senhora” quando afirma: Sucumbi, por isso desisto de mim mesmo.

É inevitável a existência de um Criador, de um “design inteligent. É inevitável perceber que o cosmo, nele mesmo, não encontra explicação se não por um Pensador.

A vida, nunca mais será vida, se dela for amputada sua maior Certeza.

Sugiro aos meus leitores, procurarem em si mesmos suas verdades, sem descobrirem que delas, emanam a mais perversa das mentiras.
Hj, a sabedoria não se explica como fonte de verdade, como no Iluminismo. O homem se corrompeu demais pra ainda acreditar na esperança da Razão.

Pensar, será sempre o melhor método de se analisar.
A fé é apenas e demais, a chave mestra da porta emperrada da razão.

Com carinho no Filho do Homem, que antes deu, pra depois receber,

Lucas Castro

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2 Comentários Add your own

  • 1. fabio  |  30/11/2006 às 23:09

    ahahahah!!!
    muito engraçado esse artigo!
    muito legal.

    abraços lucas.

    Responder
  • 2. fabio  |  30/11/2006 às 23:16

    e mais…

    Max Planck (1858-1947), prêmio Nobel de Física em 1918, pela descoberta do “quantum” de energia: “O impulso de nosso conhecimento exige que se relacione a ordem do universo com Deus”.

    Antoine Henri Becquerel (1852-1908), Nobel de Física em 1903, descobridor da radioatividade, afirmou: “Foram minhas pesquisas que me levaram a Deus”.

    Andrews Millikan (1868-1953), prêmio Nobel de Física, em 1923, pela descoberta da carga elétrica elementar: “A negação de Deus carece de toda base científica”.

    Albert Einstein (1879-1955), Nobel de Física em 1921, pela descoberta do efeito foto-elétrico: “Quanto mais acredito na ciência, mais acredito em Deus”. “O universo é inexplicável sem Deus”.

    Erwin Schorödinger (1887-1961), prêmio Nobel de Física em 1933, pelo descobrimento de novas fórmulas da energia atômica: “A obra mais eficaz, segundo a Mecânica Quântica, é a obra de Deus”.

    Voltaire (1694-1778), racionalista e inimigo sagaz da fé católica, foi obrigado a dizer: “O mundo me perturba e não posso imaginar que este relógio funcione e não tenha tido relojoeiro”.

    Edward Mitchell, astronauta da Apolo 14, um dos primeiros homens a pisar na Lua: “O Universo é a verdadeira revelação da divindade, uma prova da ordem universal da existência de uma inteligência acima de tudo o que podemos compreender”.

    mais DEUS e menos blá,blá,blá!!!

    Responder

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